Fitoterapia: entenda o que é e onde encontrar!

Fitoterapia: entenda o que é e onde encontrar!

Fitoterapia é o nome que damos para tratamentos e prevenção de doenças nos seres humanos realizados através de plantas. Estes tratamentos naturais são usados nos pacientes com as plantas em natura ou secas. É importante ressaltar que para que se considere fitoterapia, não pode haver isolamento de princípio ativo, como acontece nos medicamentos tradicionais: a planta em si é o medicamento, mesmo que passe por processamentos.

Mas por que a exigência de que não haja princípio ativo concentrado em um fitoterápico? Bem, fitoterápicos são bem diferentes de fármacos tradicionais, pois a ideia deste tipo de tratamento é oferecer ao paciente uma alternativa natural, mais pura e mais harmoniosa de prevenção e combate às doenças. Com isso, o paciente fica parcial ou completamente isento de efeitos colaterais, além de aumentar sua conexão com a natureza e valorizar técnicas de medicinas tradicionais e antigas de nossa cultura.

Por isso, um fitoterápico é um medicamento eficiente, econômico, mas que trata sem agredir ao organismo do paciente. É claro que tratamentos de fitoterapia também podem exigir um acompanhamento médico regular e monitoramento de resultados para saber quais estratégias usar, quais plantas tomar e em quais doses. Entretanto, o bem-estar e um organismo saudável são garantidos, tanto quanto em um medicamento industrializado normal.

Importância da Fitoterapia

O termo “Fitoterapia” significa, literalmente, tratamento com plantas (Phytos – planta, Terapia – tratamento). Embora hoje ela tenha um nome formal, essa prática já é bastante antiga e tradicional. Estima-se que mais de 80% da população mundial em alguma altura da vida recorrerá a medicamentos e tratamentos naturais para se proteger de doenças.

No mundo todo, povos usam plantas de forma diferente para tratar e prevenir doenças. Em boa parte destes lugares, as plantas medicinais já fazem parte da cultura, e as pessoas que preparam esses medicamentos costumam ser respeitadas por suas comunidades como grande referência em saúde.

Hoje em dia, no Brasil, a Fitoterapia é bastante sofisticada. Ela é reconhecida pelo Ministério da Saúde como um tratamento comum de saúde, com atividade regulamentada pelo Conselho Nacional de Fitoterapia (Conbrafito), mostrando como estes medicamentos são seguros, fiscalizados e de qualidade garantida por autoridades com atuação em nível nacional.

Até mesmo a Organização Mundial da Saúde (OMS) possui uma seção especial para fitoterapia. O Ministério da Saúde também coordena uma política específica para fitoterapia e medicina tradicional, reconhecendo mais de 100 plantas como matérias-primas para a elaboração de medicamentos fitoterápicos. Muitos deles são até mesmo usados pelos agentes públicos de saúde em atendimentos pelo Programa Saúde da Família, do Governo Federal.

Onde encontrar medicamentos fitoterápicos?

Os medicamentos fitoterápicos estão em farmácias e lojas especializadas neste setor, operando sob altos e rigorosos padrões de qualidade, com bons preços. No Centro de São Paulo, a sua melhor opção é a Droga Vegetal. Conte com fitoterápicos e medicamentos manipulados de alta qualidade. Nossa loja física está próxima à Praça da Sé, mas você pode comprar também pela internet do lugar onde estiver. Acesse já nosso endereço eletrônico e boas compras!

Cinco perguntas comuns sobre medicamentos fitoterápicos

Cinco perguntas comuns sobre medicamentos fitoterápicos

Nos últimos anos, a busca por uma vida mais saudável tem sido a preocupação de muitos brasileiros. Tanto homens como mulheres tem percebido a necessidade de se cuidar, praticando mais exercícios, adotando uma alimentação e hábitos saudáveis. Por que isso aconteceu? Há vários motivos, dentre eles, o maior acesso à informação, a maior expectativa de vida, bem como a maior distribuição de produtos benéficos à saúde. Hoje, por exemplo, ouvimos falar mais sobre os medicamentos fitoterápicos, se você ainda tem dúvidas, saiba agora da resposta à 5 perguntas comuns sobre eles.

1. O que é medicamento fitoterápico?

Segundo a Anvisa, é todo medicamento produzido exclusivamente com ingredientes provindos de matéria prima vegetal. Os produtos que contém substâncias ativas isoladas sintéticas ou naturais, associadas as vegetais não são considerados fitoterápicos.

2. Fitoterápico é o mesmo que um remédio natural?

Não, fito, quer dizer planta e terápico terapia, ou medicação, ou seja, são plantas reconhecidas por sua eficácia em um tratamento específico, que são usadas há milhares de anos no tratamento de uma certa patologia. Já os remédios naturais são quaisquer substâncias, retiradas da natureza e usadas como medicamento. Os fitoterápicos têm sua ação comprovada cientificamente, enquanto os naturais são apenas passados popularmente pelas gerações.

3. Posso tomar um medicamento fitoterápico sem recomendação médica?

Essa ação (tomar medicamentos sem prescrição) não é nem um pouco recomendada, em nenhuma circunstância, inclusive nesta, visto que mesmo sendo 100% de origem vegetal, qualquer medicamento oferece riscos, cada organismo reage de uma forma, por isso, um profissional pode fazer uma recomendação mais acertada que contribua para um melhor resultado em seu tratamento.

4. Posso usar um fitoterápico e um alopático sintético ao mesmo tempo?

Sim, o fitoterápico pode potencializar o efeito do outro, o médico poderá fazer a melhor recomendação. Se você está em dúvida em relação ao uso de algum medicamento contínuo, algum potencial risco, é muito difícil isso acontecer, porém, em todos os casos, apenas um profissional poderá dar essa resposta e recomendar a medicação correta para seu caso.

5. Medicamento fitoterápico é o mesmo que homeopático?

Não, os homeopáticos também são extraídos da natureza, porém, estes passam por técnicas de diluição e dinamização específicas, e para tratar doenças partem do princípio da semelhança, onde o que causa a doença é também capaz de curá-la. Difere do fitoterápico que como já comentado, é produzido visando o tratamento de uma patologia baseado em plantas já eficazes para este fim.

Assim, os fitoterápicos estão ligados à busca por uma vida mais saudável, tratamentos de qualidade que não ofereçam tanto risco e nos quais se possa confiar. Agora que você já entende mais sobre como funcionam, ficará feliz em saber que nós da Droga Vegetal atuamos há mais de 30 anos nesta área. Sempre buscamos o que há de melhor e mais novo nos tratamentos disponíveis para ofertar produtos de qualidade, por isso, somos referência em vida saudável. Fique à vontade para navegar em nosso site, conhecer nossos produtos e entrar em contato caso surjam dúvidas. Estamos à sua disposição!

Quais os princípios dos medicamentos fitoterápicos?

Quais os princípios dos medicamentos fitoterápicos?

Um medicamento fitoterápico é obtido a partir de partes de plantas medicinais, como a flor, o fruto, o caule e folhas, assim como o óleo extraído dessas partes. Esse tipo de medicação possui um grande diferencial aos medicamentos comuns: o princípio ativo.

Acompanhe esse artigo que você saberá mais sobre quais os princípios dos medicamentos fitoterápicos.

Princípios dos medicamentos fitoterápicos

Existem diversas culturas que utilizam medicamentos fitoterápicos para tratamentos de sintomas e de doenças. Esses medicamentos são produzidos a partir de plantas medicinais há milhares de anos por terem seus benefícios reconhecidos. Como os processos de fabricação são mais simples que os remédios comuns, o preço costuma ser mais acessível.

Quanto os princípios dos medicamentos fitoterápicos, podemos fazer uma comparação simples com os medicamentos sintéticos comuns, comercializados por grandes redes de farmácias: o remédio sintético tem um nome especificado de acordo com o laboratório em que é fabricado, mas esse remédio tem uma substância em especial que se sobressai na composição, sendo o considerado “princípio ativo”. Dessa forma, pode haver o “mesmo remédio”, mas com diferentes nomes.

Já no caso dos remédios fitoterápicos, não há apenas um princípio ativo responsável pelos efeitos da medicação, já que são elaborados a partir de plantas medicinais que possuem centenas de elementos diferentes em sua composição.

Seus benefícios são resultantes das combinações de diversas substâncias presentes na(s) planta(s), que combinadas podem diminuir efeitos colaterais além de provocar os resultados esperados. Ou seja, cada medicamento fitoterápico é único, e possui variações de acordo com o laboratório que o produz, já que não há um elemento isolado responsável, e sim um mecanismo complexo de ações fitoterápicas.

Mas, para garantir o controle de qualidade e segurança do medicamento fitoterápico, são estabelecidos marcadores que podem ser quantificados. Sendo assim, o medicamento que estiver abaixo do intervalo estabelecido pelo marcador possivelmente não terá o efeito esperado, e o que estiver acima da quantia pode ser tóxico.

Esse tipo de remédio é uma alternativa para quem não pode ou não se sente seguro em ingerir medicamentos comuns. Mas é importante salientar que assim como os remédios comuns, os fitoterápicos possuem restrições de uso e dosagens específicas, como você verá a seguir.

Indicações de medicamentos fitoterápicos

Assim como os medicamentos comuns, os medicamentos fitoterápicos também possuem contraindicações, precisam ser prescritos por um médico e ter registro válido na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Os medicamentos fitoterápicos aprovados pela Anvisa passam por rigorosos testes e exames, o que determina os marcadores, contraindicações, dosagem e os benefícios esperados com o uso regular do medicamento.

É importante também avisar seu médico sobre outras medicações e plantas medicinais que você estiver consumindo, para evitar que um interfira na ação do outro ou que traga efeitos colaterais indesejáveis.

Por essa razão, compre medicamentos fitoterápicos em farmácias e laboratórios de confiança. A farmácia e laboratório Droga Vegetal, está a mais de 30 anos atuando em sua loja física na cidade de São Paulo, e agora disponibilizamos nossos produtos também na loja online! Acesse: www.drogavegetal.com.br

Seis hábitos saudáveis para seis meses

Seis hábitos saudáveis para seis meses

Entra ano e sai ano e o que mais se escuta são promessas. Todo planejamento é saudável e necessário, no entanto, quando esses planos não saem do papel, o que vemos é mais um ano desperdiçado e todo um tempo perdido.

Nesse sentido, para auxiliar você a realizar as metas, separamos 6 dicas de hábitos saudáveis que você pode adotar nos próximos seis meses pra fechar 2018 muito melhor do que começou. Confira a seguir!

1. Preste atenção ao que você está comendo

É muito comum, nessa rotina tumultuada dos grandes centros urbanos, se distrair e acabar consumindo alimentos pouco saudáveis. Esse hábito, além de provocar danos imediatos, pode acarretar em sérios problemas futuros.

Desse modo, é imprescindível que você se atente aos nutrientes que consome e se seu prato está realmente saudável. Dê preferência aos alimentos naturais, exclua os alimentos processados e os famosos fast foods. Lembre-se do ditado: quanto mais verde o prato, melhor.

2. Crie o hábito de acordar cedo

A parte da manhã pode gerar inúmeras vantagens para o seu organismo. Além disso, acordar cedo te dará mais tempo para organizar sua rotina e, consequentemente, aumentar sua produtividade, lendo mais, estudando mais, se exercitando mais e aproveitando a luz solar desde os seus primeiros raios. Como se não bastasse, nada mais revigorante para a saúde mental do que um belo nascer do sol.

3. Exercite-se

Adquira o hábito de praticar ao menos um exercício físico. Não só a sua saúde agradecerá, como também as pessoas à sua volta. Isso porque as atividades físicas melhoram o nível de humor e a sensação de felicidade, liberando os famigerados hormônios do prazer. Você pode unir esses exercícios a um esporte de sua preferência, desse modo, a união entre saúde e lazer será completa.

4. Esteja mais off-line do que on-line

Os tempos atuais estão intimamente vinculados ao mundo virtual. No entanto, é preciso respirar ar puro e desconectar das redes sociais. Antes de dormir, isso é ainda mais importante, pois está comprovado que o uso da tecnologia momentos antes de ir para a cama compromete a mente, deixando-a acelerada e sem condições para o sono.

5. Consuma menos

Além do acúmulo de itens desnecessários, o consumo desenfreado é extremamente prejudicial ao meio ambiente. Os boletos no final do mês também podem ser assustadores. Por isso, se possível, invista seu dinheiro em experiências que ficarão na memória por um bom tempo em vez de apenas adquirir objetos.

6. Beba água

Todos sabem que é ideal consumir dois litros de água por dia. Com o dia a dia corrido, porém, nem todo mundo consegue colocar isso em prática. Nosso corpo é, em grande parte, constituído por água, sendo assim, se ela faltar, todo o funcionamento do nosso organismo corre risco, ocasionando doenças, por vezes, graves. Desse modo, não espere a sede para beber um copo de água.

Agora que você tem em mãos essas dicas, basta colocá-las em prática. E se você quiser se aprofundar mais nesse e em outros assuntos relacionados à saúde siga-nos também nas redes sociais.

Você sabe a diferença entre fitoterápicos e plantas medicinais?

Você sabe a diferença entre fitoterápicos e plantas medicinais?

Com a crescente busca por uma vida mais saudável e por alimentos naturais, tanto para alcançar o peso desejado como para evitar ou corrigir problemas de saúde, cresceu também a produção e os questionamentos sobre medicamentos naturais, plantas medicinais, medicações homeopáticas e terapias usando meios da natureza, entre outros. Você sabe separar cada um desses itens? Será que todos eles se resumem em uma só definição? Qual a diferença, por exemplo, entre medicamento fitoterápico e planta medicinal? Vejamos de forma simples ao que se referem esses termos.

Plantas medicinais

São plantas usadas há milhares de anos, com efeito comprovado para prevenir, tratar ou até curar doenças. Sabe aquele chá que sua família ensina, que pode combater dor de cabeça, aquele que é bom para o estômago? Planta medicinal é mais ou menos isso, porém já com efeito comprovado cientificamente. Essas plantas podem ser encontradas em farmácias ou casas de produtos naturais em forma de folhas secas para chás.

Fitoterapia

O vocábulo já diz seu significado: fito significa planta, então seria uma terapia, ou medicação proveniente de plantas. Então, sim, fitoterapia é o uso de plantas para criar medicamentos. O processo consiste em refinar as plantas já estudadas, retirando delas os agrotóxicos ou substâncias prejudiciais e dessa forma potencializar seu princípio ativo, aumentando o efeito da mesma na prevenção, tratamento ou cura de patologias. Então, fitoterápicos são medicamentos 100% fabricados com ingredientes naturais, com plantas que já possuem verificação científica através de diversos estudos e testes. Eles possuem ainda registro da ANVISA para que possam ser livremente vendidos. Vale lembrar ainda que para usar qualquer medicamento, é sempre sábio buscar orientação médica; assim, o resultado será alcançado mais facilmente sem correr riscos.

Existe algum problema em combinar o uso de plantas, fitoterápicos e remédios convencionais?

Não, inclusive, pesquisas realizadas no mundo todo comprovaram a eficácia do uso combinado de um remédio alopático junto a um fitoterápico onde o último potencializou os efeitos do primeiro. Quanto aos chás de ervas medicinais, eles também costumam ser um cuidado extra para aumentar o alívio de problemas. Lembrando novamente que um profissional da saúde é quem pode indicar um medicamento, portanto, em caso de maiores dúvidas, procure um médico especializado, pois só ele poderá lhe prestar a ajuda necessária para resolver seu problema com segurança.

O uso de plantas medicinais é muito antigo, tendo passado de geração em geração e é útil para os mais diversos problemas de saúde, ou ainda mais atualmente ganharam um uso mais abrangente na área da beleza, cuidados com a pele e até emagrecimento. O Brasil é um país rico em sua flora medicinal – aqui, encontramos indicações para todos os males.

E agora que você já sabe um pouco mais sobre a diferença de planta medicinal e fitoterápico, fique à vontade para conhecer melhor nosso site e produtos. Estamos nesta área há mais de 30 anos, provendo soluções naturais eficazes para os cuidados com a saúde de nossos clientes. Em caso de dúvidas, entre em contato – estaremos à disposição para responder suas questões online.

Homeopatia: o que é e como funciona?

Homeopatia: o que é e como funciona?

Quando o assunto é homeopatia, uma quantidade enorme de informação se cruza e acaba confundindo a cabeça de muitos leitores interessados em se aprofundar nesse assunto. Pensando nisso, neste artigo explicaremos o que é e como funciona esse sistema medicinal integrativo tão polêmico e que gera tanta confusão nas rodas de conversa pelo país afora. Confira!

O que é homeopatia?

A homeopatia, como foi mencionado acima, é um tratamento alternativo que se vale das mesmas substâncias que provocam os sintomas das doenças para tratá-las. Com a missão de não tratar apenas a doença isolada, a homeopatia serve para reequilibrar o organismo por meio de doses mínimas que estimulem o próprio corpo a reagir a determinada doença.

Geralmente, os remédios homeopáticos são diluídos em água, tendo maior poder de restauração se diluídos em maiores quantidades de água. Tendo por base quatro princípios básicos (lei dos semelhantes, experimentação em pessoas com a saúde em dia, aplicações de doses ínfimas e um único medicamento), a homeopatia busca proporcionar aos seus pacientes uma “autocura”, pois estimula a reação do próprio organismo à doença que está lhe afligindo.

Muito se questiona sobre a eficácia da homeopatia. No entanto, a própria Organização Mundial da Saúde (OMS) autoriza a utilização desse tratamento para quase todas as doenças. Recomenda-se, porém, que enfermidades mais graves, como câncer, AIDS, tuberculose, entre outras, sejam tratadas por meio dos procedimentos clínicos prescritos pelo médico.

Como funciona a homeopatia?

Antes de tudo, para poder usufruir dessa medicina integrativa, você precisa se consultar com um médico homeopata. No Brasil, para poder prescrever qualquer medicação, esses profissionais precisam se graduar em medicina, odontologia, medicina veterinária ou farmácia. Logo após a graduação, o médico que deseja ser homeopata precisa realizar uma especialização nessa área para que possa exercer a profissão.

Dessa forma, ao realizar uma consulta com um profissional especializado nessa área, você notará poucas diferenças, já que o homeopata passou pelo mesmo procedimento que um médico tradicional. Entretanto, a consulta com um médico homeopata pode ser mais longa, pois, além dos sintomas apresentados, ele tentará entender quais problemas estão acontecendo na sua vida que podem levar a esse tipo de enfermidade.

Só depois de encerrados os questionamentos, o homeopata pode indicar os remédios recomendados para o tipo de situação que cada indivíduo está passando. Ele também precisa indicar qual a força de diluição, o horário que deve ser consumido, as doses diárias e todo o processo terapêutico pelo qual o paciente precisa passar.

É bom lembrar que os medicamentos homeopatas são todos naturais, extraídos direto da natureza e com base em vários estudos prévios indicando qual doença cada remédio é mais propício para tratar. Contudo, mesmo sendo extraídos da natureza, alguns remédios podem cortar o efeito de outros, portanto, caso você esteja usufruindo da medicina tradicional e da medicina homeopática, é extremamente necessário que você avise aos dois doutores quais medicamentos está ingerindo.

Quando devo começar a tomar suplementos vitamínicos?

Quando devo começar a tomar suplementos vitamínicos?

Houve um tempo em que se pensava que pessoas mais gordinhas eram as mais saudáveis, quando isso não é verdade. Estima-se que no Brasil o número de casos de obesidade aumentou 60% na última década, e aquele pensamento popular mascara um mal silencioso que cresce cada vez mais, e que às vezes as pessoas passam a vida toda sem se dar conta: a hipovitaminose, isto é, a falta de vitaminas essenciais ao corpo.

Ao longo dos anos os nossos hábitos alimentares mudaram drasticamente, e passamos a cortar vitaminas do nosso cardápio sem perceber favorecendo o surgimento de diversas doenças que poderiam ser evitadas com o consumo correto dessas substâncias.

As vitaminas existem aos montes, mas apenas um pequeno grupo é essencial. Suas funções vão desde a formação das células que compõem o corpo até as complexas ligações de neurônios no cérebro.

O que acontece na falta de vitaminas essenciais?

As cerca de 50 vitaminas não são todas aproveitadas, na verdade apenas 12 são essenciais, sendo a A e C de mais fácil obtenção, porém as que mais são prejudicadas por maus hábitos.

No caso da vitamina A, por exemplo, a sua deficiência pode causar problemas na visão como a chamada cegueira noturna, que pode evoluir para casos mais graves. A falta pode ainda interferir seriamente no sistema imunológico, favorecendo o surgimento de infecções. Fontes conhecidas dessa substância são a cenoura, o espinafre e a abóbora. O grande problema na sua aquisição é que estamos acostumados a cozinhar os legumes, e isso prejudica a absorção da vitamina ao ser ingerida. Quando não está disponível, é importante ser suplementada.

Estudos comprovam que o uso frequente de aspirinas atrapalha a absorção da vitamina C pelo organismo, e essa é extremamente importante para garantir a integridade do sistema imunológico. É conhecida por promover a cicatrização, além de ser um fator complementar à obtenção de ferro, prevenindo quadros de anemia. As frutas cítricas são a principal fonte, mas os nossos hábitos alimentares levaram a reduzir o consumo delas e a substituição por lanches rápidos.

Quando eu devo tomar suplementos?

Para suprir essa carência, a indústria farmacêutica criou os suplementos alimentares, que tem como função repor os nutrientes que deixam de ser absorvidos pelo corpo. Seus usos benéficos os popularizaram rapidamente.

Não existem estudos conclusivos sobre efeitos colaterais em pessoas saudáveis que consomem esse tipo de suplementação, mas sabe-se que são extremamente benéficas em várias situações. Gestantes, por exemplo, podem tirar muito proveito da reposição de ferro no organismo, que previne a malformação do feto, além de ser potente contra a anemia.

As vitaminas do complexo B são de função essencial para o bom funcionamento do sistema nervoso, e a sua falta pode causar problemas severos. Com o passar do tempo sua absorção fica prejudicada. Pessoas acima dos 60 anos podem ser muito beneficiadas ao ingerir fontes alternativas e complementares dessa substância

Diariamente encontramos anúncios desse tipo de produto, gôndolas cheias em farmácias e pessoas próximas comentando os resultados que obtiveram pelo seu uso. Você pode encontrar esse e outros produtos naturais na Farmácia e Laboratório Droga Vegetal. Acesse o nosso site e encontre todos os suplementos necessários para o seu caso.

Conheça 6 vantagens dos produtos naturais para beleza

Conheça 6 vantagens dos produtos naturais para beleza

Nos dias atuais, é quase impossível desassociar bem-estar e saúde. Desse modo, não é nenhuma surpresa quando constatamos que grande parcela da sociedade está substituindo os produtos infestados de agentes químicos por outros mais naturais e orgânicos.

Além de serem mais saudáveis, esses produtos têm ação mais eficaz e comprometimento com o meio ambiente, fatores que os tornam completos. Pensando nessa nova onda que vem tomando conta dos países sustentáveis, separamos nesse artigo 6 vantagens que os produtos naturais podem oferecer. Confira!

1. Produtos naturais são mais eficazes

Livres de pesticidas e modificações genéticas, os produtos naturais conseguem ser superiores aos produtos químicos industrializados. Essa superioridade vem da própria natureza que, com a seleção natural, separa o joio do trigo, deixando apenas as plantas com mais vigor e vitalidade sobreviverem.

Isso resulta em um cosmético com ingredientes mais ativos e escolhidos pela própria natureza para nos servir. Além disso, as reações alérgicas comuns aos produtos químicos tradicionais podem não ocorrer quando se trata de um produto natural. Esse age realmente na raiz do problema e não apenas realiza o que é conhecido como “efeito cinderela” – uma máscara temporária sem efeito nenhum.

2. A pele e o cabelo possuem muito mais afinidade com produtos naturais

Parece exagero, mas não é. A nossa pele é composta por vitaminas semelhantes às encontradas na natureza. Como os produtos tradicionais são uma imitação dos agentes naturais, eles geralmente suscitam reações negativas, como se a pele estivesse reconhecendo o produto ‘’pirata’’.

Sendo assim, os produtos orgânicos têm uma melhor aceitação da pele e dos cabelos justamente por serem extraídos diretamente da natureza, ao contrário dos tradicionais, que tentam imitá-la.

3. Para todo tipo de pessoa

A natureza não distingue ninguém. Dessa forma, é possível afirmar que os produtos naturais abrangem uma parcela muito maior da população, sendo aceitos por qualquer tipo de pele ou cabelo.

Esses cosméticos têm um grau de compatibilidade altíssimo com nossa epiderme, o que torna sua ação e nutrição muito mais eficazes e para os mais variados tipos de pessoas. Isso também evita a procura por produtos específicos que, muitas vezes, são de difícil acesso.

4. Variedade de cosméticos

Você pode pensar que não adianta nada comprar um produto natural sendo que os outros que você usa são tradicionais. No entanto, é possível adquirir um leque imenso de produtos naturais que só beneficiarão a sua beleza e a sua saúde. É possível comprar maquiagens, sabonetes, óleos, cremes e uma infinidade de cosméticos que, juntos, farão uma diferença vital na sua vida.

5. Odor natural

O cheiro que esses produtos exalam são infinitamente mais agradáveis e naturais, pois muitos têm em sua composição o uso de flores, óleos naturais e outros componentes advindos da natureza. Isso gera um odor único, livre de artificialidade e agentes sintéticos.

6. Sustentabilidade

Além de possuírem mais eficácia na manutenção estética, os produtos naturais não agridem o meio ambiente. Pelo contrário: são biodegradáveis. Como se não bastasse, eles não são testados em animais, podendo, desse modo, ser consumidos com a consciência tranquila.

Gostou dessas dicas? Que tal acessar nosso site e explorar diversos artigos sobre esse e outros assuntos? Esperamos sua visita!

Benefícios dos polivitamínicos: saiba o que são e para que servem

Benefícios dos polivitamínicos: saiba o que são e para que servem

Quem sabe o que é ter que dar conta de tantos assuntos e tarefas diferentes, do trabalho à educação dos filhos, da atenção com os pais aos cuidados com a própria saúde, compreende que precisa de uma alimentação bastante equilibrada, suficiente para garantir energia e a concentração necessária.

Acontece que justamente é a rotina que muitas vezes não permite que isso aconteça e inicia um ciclo vicioso de falta de tempo no preparo das refeições, carência vitamínica e baixa produtividade como resultado.

Dia após dia, essa carência se torna cada vez mais evidente no organismo e se demonstra em sintomas como cansaço, queda de cabelos, unhas quebradiças, entre tantos outros sinais de que o corpo não está repondo vitaminas e minerais como deveria.

Como nem sempre é possível fazer uma readequação alimentar conveniente, os polivitamínicos surgem como uma excelente opção para suprir o organismo com um produto natural que traz ótimos resultados.

Tudo junto para a boa saúde

É possível encontrar polivitamínicos sintéticos ou aqueles que são produzidos tendo como base de alimentos integrais.

Os mais recomendados são os do segundo grupo porque os sintéticos, ou seja, aqueles produzidos com compostos químicos em laboratórios, costumam não apresentar respostas tão satisfatórias quantos os que são feitos com alimentos integrais, inclusive há especialistas que criticam o uso dos sintéticos.

Porém, mesmo depois de saber disso é possível que ainda surjam dúvidas sobre qual o melhor polivitamínico para cada pessoa.

É uma questão bem importante e somente um médico ou nutricionista pode dar a resposta correta. Um exame de sangue, por exemplo, é capaz de mostrar qual é exatamente a necessidade individual e a partir dessa avaliação há polivitamínicos que podem ser preparados por manipulação. Para esses é preciso que a farmácia prepare a partir das dosagens prescritas na receita.

Além de ser determinada a partir de exames laboratoriais, os especialistas também avaliam o sexo, idade e biótipo antes da prescrição.

Outro fator a ser considerado é que o excesso de vitaminas também pode acarretar transtornos para a saúde, o que é mais uma razão para saber a dosagem exata para cada indivíduo.

Para os produtos já prontos, é preciso prestar atenção nos rótulos das embalagens e verificar se os principais nutrientes básicos estão presentes, entre eles, a vitamina A, vitamina C, ácido fólico, vitamina K, potássio, iodo, zinco, betacaroteno e ferro.

Esses são fundamentais, mas há outros componentes que juntos contribuem para formar um polivitamínico eficiente.

Receita que não falha

Outros ingredientes universais para conquistar e manter uma boa saúde incluem: tomar sol, manter-se bem hidratado, exercitar-se e dar risadas. Sim, uma bela gargalhada libera endorfina, um hormônio que dá sensação de bem-estar.

E nesse mês para te ajudar a ter mais motivos para sorrir a Droga Vegetal está com descontos incríveis em toda linha de produtos, incluindo os polivitamínicos.

Beleza e saúde: conheça os diferentes tipos de argila e para que servem

A argila é utilizada para tratamentos medicinais e estéticos desde a Grécia Antiga. Ela é extraída de um solo específico e cada tipo de argila tem sua composição e coloração específica, todas ricas em minerais como titânio, zinco, magnésio, ferro e até alumínio.

A maior vantagem do uso da argila para fins estéticos é o custo-benefício. As argilas de cores mais comuns, como a verde e a branca custam em torno de R$20 e promovem a limpeza profunda da região em que são aplicadas, removendo os resíduos acumulados ao longo do tempo e tratando de acordo com suas propriedades. Acompanhe nosso artigo e vamos te explicar quais são os diferentes tipos de argila e para que servem!

Benefícios de cada tipo de argila

As argilas são definidas por sua cor. Cada uma delas é indicada para um tipo de tratamento específico, devido as suas propriedades. É recomendada a aplicação semanal em peles oleosas, e a cada 15 dias em peles mais sensíveis.

As mais comuns (mas não menos importantes) são a branca, e a verde, passando para as outras que são um pouco mais raras, como a argila preta ou vulcânica, vermelha, cinza, marrom e dourada.

  • Pele com bastante acne e com aspecto “cansado”: a argila marrom e a dourada são as ideais. A marrom é a mais rara e pura, tem efeito secativo e rejuvenesce o tecido. A dourada, por sua vez melhora o aspecto de cansaço e os sinais de envelhecimento, e também tem ação tonificante.
  • Para combater o estresse, o envelhecimento e desintoxicar a pele: a argila preta ou vulcânica é a mais indicada. É uma argila nobre, com diversos benefícios. Ela tem ação anti-inflamatória, antiestresse e ajuda até a combater a artrose.
  • Peles manchadas e oleosas: a argila cinza é a solução. Ela possui titânio em sua composição, que atua como um esfoliante, clareador, além de combater cravos e espinhas. Ela também atua como um antioxidante.
  • Peles mais rosadas, sensíveis e com linhas de expressão: são ideais para aplicação da argila vermelha. Ela é rica em cobre e óxido de ferro, renova as células, hidrata e também previne o envelhecimento da pele. Ajuda a diminuir o estresse e a reduzir medidas.
  • Peles desidratadas e sensíveis: é caso para a argila branca. Ela tem um pH próximo ao da pele, o que evita que ela desidrate ainda mais o órgão. Ela possui maior percentual de alumínio e suaviza a pele, hidrata, clareia manchas, além de ter função cicatrizante.
  • Para peles oleosas e com acne: a argila verde é a mais recomendada. Ela tem ação bactericida, secativa, cicatrizante, analgésica e também tonifica a pele com sua função adstringente. A argila verde também ajuda a estimular a circulação sanguínea da região.

Onde a argila pode ser aplicada

As argilas podem ser aplicadas no corpo, no rosto e também no couro cabeludo, mas sempre é importante testar uma pequena quantidade na pele antes de aplicar em toda a região escolhida.

A pele deve estar limpa, sem maquiagem ou outros cosméticos, como creme hidratante. Prepare a argila e a mantenha na pele até que ela esteja seca, o que demora em torno de 10 minutos – se ela estiver secando antes desse tempo, você pode borrifar mais água para hidratá-la.

Uma dica é tomar um banho quente para abrir os poros da pele, secar o corpo e aplicar a argila em seguida, para que tenha uma absorção melhor pelos poros.

Quando aplicada no couro cabeludo, você deve deixar a argila agir por aproximadamente 10 minutos, e depois lavar o cabelo como de costume.

Quando aplicada no rosto, a argila não deve ser passada na região dos olhos e dos lábios. Quando aplicada no corpo, como para o tratamento da celulite nas nádegas, você pode removê-la com um pano úmido ou no banho.

As argilas podem ser compradas em versões em pó, creme e até na composição de cosméticos variados. Conheça nossos produtos, acesse a loja.